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terça-feira, 12 de junho de 2018

Dia dos Namorados e a música romântica de Roberto Carlos

No dia dos namorados, há muitas listas para escolher. Mas há um cantor brasileiro que supera todos os outros quando o assunto é romance.

Por isso, nesse dia dos namorados, resolvemos publicar uma playlist denominada Roberto Carlos Romântico Top 10. Tenho quase certeza que você vai curtir.

"Eu sou aquele amante à moda antiga, do tipo que ainda manda flores..."

Para ouvir no Spotify, clique aqui.

São dez músicas que caracterizam muito bem o romantismo que não sai de moda:

Olha
Como vai você
Você já me esqueceu
Café da manhã
O gosto de tudo
Amante à moda antiga
Eu preciso de você
Outra vez
Esse Cara sou Eu
Detalhes


Endereço da playlist no Spotify:

Então, falou em romance, esse cara sou eu.
"O cara que sempre te espera sorrindo / Que abre a porta do carro quando você vem vindo / Te beija na boca, te abraça feliz / Apaixonado te olha e te diz / Que sentiu sua falta e reclama / Ele te ama / Esse cara sou eu"

sexta-feira, 1 de junho de 2018

Stand by Me, sob a regência de Karen Gibson

Uma música se destacou no final de semana: Stand by Me, um clássico gospel que já teve mais de 400 regravações desde seu lançamento na década de 60. E o destaque foi por causa da belíssima interpretação feita pelo Coral do Reino Unido, sob a regência de Karen Gibson, durante a cerimônia de casamento real entre Harry e Meghan, na Inglaterra.


segunda-feira, 7 de maio de 2018

Somos os Cantores do Rádio

Para as cantoras do rádio houve música e musical. Mas quem foram os cantores do rádio?

Um dia desses fui puxando a memória da minha mãe e, um por um, fomos elencando alguns cantores da antiga e seus sucessos das décadas de 30 e 40. Voz empostada, paletó, cabelo engomado, essas eram algumas das características desses que fizeram enorme sucesso nas emissoras de rádio do Brasil.

Ao fazermos essa lista, elencamos os seguintes nomes, escolhendo-os como as referências principais para serem chamados de Os Cantores do Rádio. Vamos a eles: Carlos Galhardo, Vicente Celestino, Francisco Alves, Orlando Silva e Sílvio Caldas.



Com isso, homenageando a terceira idade, o rádio e a nostalgia, preparamos essa playlist.

Muitas das músicas são conhecidas até hoje por terem sido regravadas por vários outros artistas ao longo dos anos. Mas aqui colocamos as gravações com seus intérpretes originais.

Entre elas você vai ouvir:
Deusa da minha rua (Sílvio Caldas)
Carinhoso (Orlando Silva)
O Ébrio (Vicente Celestino)
Fascinação (Carlos Galhardo)
Nervos de Aço (Francisco Alves)

E por aí vai, esse festival de sucessos da antiga.

Para ouvir a lista no Spotify, clique aqui.



Agora coloque para tocar para sua mãe, pai, avós, bisavós, enfim, dependendo da sua idade, para quem você acha que vai curtir essa lista de verdade.


E para terminar, em um vídeo de 1978, Sílvio Caldas canta Chão de Estrelas, na TV Cultura.


quinta-feira, 5 de abril de 2018

Flávio Venturini, Bach e o Céu de Santo Amaro

Um dia desses uma amiga me mostrou a música Céu de Santo Amaro, do Flávio Venturini,  e me contou que a melodia é uma adaptação de uma Cantata de Bach. E eu, na minha completa ignorância sobre esse fato fiquei quietinho na hora, como se já soubesse...

Mas todo dia é dia de aprender. Ainda mais no universo da música. E lá fui eu.

Descobri que essa história já deu pano pra manga, e até acusação de plágio chegou a ser cogitada.

Mas que nada, quem conhece a sensibilidade de Flávio Venturini e a qualidade de suas composições, deduz na hora que a inspiração e o bom gosto foram a razão fundamental da escolha. A música ficou linda e fez um enorme sucesso, principalmente na versão em dueto com Caetano Veloso, que foi tema de uma novela. Confira a letra:

Céu de Santo Amaro

Olho para o céu
Tantas estrelas dizendo da imensidão
Do universo em nós

A força desse amor
Nos invadiu
Com ela veio a paz, toda beleza de sentir
Que para sempre uma estrela vai dizer
Simplesmente amo você
Meu amor
Vou lhe dizer
Quero você
Com a alegria de um pássaro
Em busca de outro verão
Na noite do sertão
Meu coração só quer bater por ti
Eu me coloco em tuas mãos
Para sentir todo o carinho que sonhei
Nós somos rainha e rei
Na noite do sertão
Meu coração só quer bater por ti
Eu me coloco em tuas mãos
Para sentir todo o carinho que sonhei
Nós somos rainha e rei
Olho para o céu
Tantas estrelas dizendo da imensidão
Do universo em nós
A força desse amor nos invadiu
Então
Veio a certeza de amar você






E quanto à música original de Johann Sebastian Bach? Bom, uma das características de suas composições eram as cantatas, ou seja, sinfonias cantadas, usualmente com coros ou corais.

Em seu caso, muitas delas foram feitas para a igreja luterana. É o caso da Cantata BWV 156, apresentada pela primeira vez no ano de 1729. Essas composições clássicas tinham várias partes e algumas delas por sua características, beleza, harmonia, enfim, ficavam marcadas mais do que a obra como um todo. No caso dessa Cantata, a parte inicial, instrumental, também chamada de Arioso, é um desses casos e foi a inspiração, duzentos e setenta anos depois, para a composição do Flávio Venturini.

J.S. Bach
O vídeo seguinte mostra uma interpretação dessa parte, o Arioso da Cantata BWV 156, de Johann Sebastian Bach. Interpretação de Georg Mertens (Cello) e Gavin Tipping (piano).



Para finalizar, deixo com você uma playlist de músicas do Flávio Venturini, contendo Céu de Santo Amaro, Trem Azul, Todo Azul do Mar e outros sucessos. Aperte o play e pode curtir.






http://g1.globo.com/minas-gerais/noticia/2015/05/flavio-venturini-lanca-songbook-com-60-musicas-dos-40-anos-de-carreira.html


quinta-feira, 29 de março de 2018

Sala Cecília Meireles, um espaço de muita música

No domingo passado tive a oportunidade de voltar à Sala Cecília Meireles, depois de muitos anos, e dessa vez com o meu filho, para assistir a uma apresentação da OSB - Orquestra Sinfônica Brasileira.

Um espetáculo de curta duração, mas muito bem organizado, que integra a série Concerto da Juventude. Um repertório clássico, acompanhado de explicações sobre o compositor, sua época e sua música.

O que eu assisti foi o último da série Festival Mozart, com a OSB sob a regência do jovem, talentoso e premiado maestro Lee Mills. O concerto abordou um repertório dos últimos anos de Mozart e sua influência em Beethoven e teve o seguinte programa:

Wolfgang Amadeus Mozart:
Sinfonia No.40, em Sol Menor, K.550 - Molto allegro
Cosí Fan Tutte, K.588 - Abertura
A Flauta Mágica, K.620 - Abertura
Sinfonia No.40, em Sol Menor, K.550 - Allegro assai

Ludwig van Beethoven:
Sinfonia No.5 em Dó Menor, Op.67 - Allegro

Wolfgang Amadeus Mozart:
Sinfonia No.41, em Dó Maior (Júpiter), K.551 - Allegro vivace


Foi bom rever a Sala Cecília Meireles, depois de uma grande reforma. Localizada no Largo da Lapa, no centro da cidade do Rio de Janeiro, o prédio se destaca pela arquitetura e beleza. Por dentro, um tratamento acústico de primeira e assentos confortáveis. Os preços dos ingressos são bem acessíveis, principalmente para os Concertos da Juventude, realizados nas manhãs de domingo. Um excelente investimento em cultura, passeio e prazer.


Vista da plateia, esperando o início do espetáculo

Se você for nas manhãs de domingo, poderá aproveitar para um passeio nas redondezas, conhecendo a Escadaria Selarón (foto), o bondinho de Santa Teresa ou almoçando no tradicional restaurante Os Ximenes. Se for à noite, pode seguir direto do concerto para dançar um samba, em uma das casas noturnas da Lapa.


Turistando na Escadaria Selarón, toda revestida de azulejos

Para a lista de músicas desta publicação de hoje, selecionei uma das playlists elaboradas pela própria Sala Cecília Meireles e disponível no Spotify; chama-se Sala Brasileira. São vinte músicas de Heitor Villa Lobos, Francisco Mignone, Radamés Gnattali, Ernesto Nazareth entre outros representantes da nossa música instrumental.
  


Bom, agora é a sua vez de visitar a Sala Cecília Meireles e curtir uma boa música. Se não puder ir de imediato, faça essa visita virtual, acompanhando o vídeo abaixo.



Referências: